Principais lições deste artigo
- Compartilhamento controlado: no Open Finance, você define quais dados serão compartilhados, com quem e por quanto tempo, sem entregar senhas ou acessos irrestritos.
- Arquitetura de segurança robusta: criptografia, autenticação forte e regulamentação do Banco Central reduzem riscos e padronizam a proteção dos dados financeiros.
- Menos aplicativos, menos exposição: centralizar a gestão financeira em um único canal confiável diminui pontos de vulnerabilidade e simplifica o controle do dinheiro.
- Monitoramento inteligente contra fraudes: sistemas de análise e inteligência artificial acompanham o uso das contas e ajudam a identificar movimentações suspeitas com agilidade.
- Uso seguro no WhatsApp: o Jota reúne contas, pagamentos e consulta de dados em um só chat, com camadas adicionais de segurança e abertura de conta gratuita pelo WhatsApp neste link.
A falta de informação sobre segurança e privacidade no Open Finance faz muitos brasileiros deixarem de usar soluções que simplificam a gestão financeira. Enquanto isso, continuam alternando entre diversos aplicativos bancários, pagando taxas desnecessárias e repetindo tarefas financeiras manuais que poderiam ser automatizadas.
Abrir sua conta no Jota é uma forma de centralizar essa rotina em um único canal, com uso estruturado do Open Finance e foco em proteção de dados.
O problema: entender os riscos para proteger seus dados no Open Finance
Medos comuns sobre compartilhamento de dados financeiros
O receio de expor informações bancárias ainda é o principal obstáculo para adoção do Open Finance. Muitos usuários associam qualquer tipo de compartilhamento de dados a vulnerabilidades, golpes e invasão de privacidade, cenário reforçado pela frequência de fraudes financeiras no país.
Esse medo inclui o risco de acesso indevido a dados sensíveis, movimentações não autorizadas e vazamento de informações para criminosos. Para quem administra mais de um CNPJ ou lida com alto volume de transações, a percepção de impacto em caso de falha de segurança é ainda maior.
Desinformação e confusão com práticas inseguras
A falta de clareza sobre os protocolos do Open Finance mantém muita gente distante da tecnologia. Muitas pessoas ainda confundem o compartilhamento estruturado de dados, feito em ambiente regulado, com atitudes inseguras como passar senhas, códigos ou dados de cartão para terceiros.
Na prática, essa confusão leva o usuário a manter uma rotina mais cara e menos eficiente, com múltiplos apps, processos manuais e pouca visão consolidada das finanças.
Gestão financeira fragmentada aumenta a exposição a golpes
Manter diversas contas em aplicativos diferentes amplia o número de pontos de atenção e possíveis brechas. Cada app exige senha, atualizações, notificações e cuidados específicos, o que aumenta a chance de erro de segurança ou esquecimento.
Além disso, a gestão manual de várias contas favorece atrasos em pagamentos, cobrança de juros e multas, o que impacta diretamente o caixa de pessoas físicas e negócios.
A solução: Open Finance como pilar de segurança e privacidade
Definição de Open Finance e novo controle de dados
O Open Finance muda a forma de gerenciar dados financeiros porque coloca o usuário no centro das decisões. O compartilhamento de dados acontece por meio de APIs seguras, padronizadas e criptografadas, sob regras do Banco Central.
Na prática, o usuário escolhe quais instituições podem acessar suas informações, por qual período e para qual finalidade, sem entregar login ou senha. O consentimento é eletrônico, registrado e com prazo definido, o que permite manter controle contínuo sobre quem enxerga os dados.
Pilares de segurança do Open Finance
A segurança do Open Finance segue padrões técnicos adotados globalmente no setor financeiro. A arquitetura utiliza o perfil FAPI com OAuth 2.0 e OpenID Connect para garantir identificação confiável de usuários e instituições.
As etapas incluem consentimento explícito, autenticação robusta com senha, biometria ou tokens e confirmação ativa do usuário. Os padrões de proteção são equivalentes ou superiores aos usados em DOC e TED, já conhecidos pelo público brasileiro.
Monitoramento contínuo e uso de inteligência artificial
A análise automatizada de comportamento é um reforço importante nesse modelo. Sistemas de IA e machine learning monitoram transações para identificar padrões suspeitos e agir com rapidez.
As instituições utilizam ferramentas de monitoramento e detecção de anomalias, o que cria uma camada extra de proteção em relação à gestão puramente manual das finanças.
Jota: uso seguro de Open Finance no WhatsApp
O Jota aplica o modelo de Open Finance para oferecer uma visão consolidada das suas contas diretamente no WhatsApp, com foco em segurança, simplicidade e redução de etapas manuais na rotina financeira.

Como o Jota centraliza e protege suas finanças no WhatsApp
O Jota se conecta com mais de 20 instituições financeiras, como Santander, Bradesco, Itaú, Nubank, Stone e Mercado Pago, e reúne saldos e movimentações em um único chat. Assim, você reduz o número de apps instalados e concentra o acompanhamento financeiro em um canal que já faz parte do seu dia a dia.
O acesso às informações acontece em conversa segura, com validação de identidade no onboarding e senha de 6 caracteres para confirmar cada transação. Dessa forma, mesmo utilizando o WhatsApp, o fluxo financeiro segue controles formais de autenticação e autorização.
Abra sua conta para testar essa centralização na prática.

Funcionalidades do Jota voltadas à segurança dos dados
Alguns recursos foram desenhados especificamente para reduzir riscos e aumentar o controle sobre o uso das informações:
- Validação biométrica: o cadastro inicial inclui verificação de documentos e biometria, o que reduz a chance de alguém criar conta em seu nome.
- Senha para transações: toda movimentação financeira exige senha de 6 caracteres, mesmo que alguém consiga abrir seu WhatsApp.
- Custódia regulada: o saldo fica na Celcoin, instituição regulada pelo Banco Central, e não é armazenado no WhatsApp ou diretamente pelo Jota.
- Organização das conversas: você pode arquivar o histórico com o Jota para diminuir a exposição de informações na tela do celular.
- Monitoramento por IA: a inteligência do Jota acompanha o padrão de uso e sinaliza movimentações fora do esperado.
Na prática: como o Jota reforça a proteção de clientes
Casos reais mostram o efeito da centralização no dia a dia. Renan, dono de três lojas de materiais descartáveis, reduziu o número de bancos usados no dia a dia e concentrou as operações no Jota, mantendo apenas uma instituição para emissão de boletos.
Com menos apps, senhas e fluxos paralelos, ele diminuiu pontos de vulnerabilidade e ainda economizou mais de R$ 500 por mês em tarifas.
Raphael Santos, da Loja de Suplementos, passou a receber confirmações de pagamentos via Pix diretamente no WhatsApp. Em vez de acessar diferentes aplicativos para checar extratos, ele recebe mensagens com os detalhes de cada transação, com menos exposição de dados em telas abertas.
Esses exemplos mostram que o uso de Open Finance pelo Jota combina eficiência operacional com melhoria na segurança percebida por quem utiliza a solução diariamente. Abra sua conta e avalie esse modelo na rotina do seu negócio ou das suas finanças pessoais.

Perguntas frequentes sobre segurança e privacidade com o Jota
O Open Finance no Jota é realmente seguro?
O Open Finance implementado pelo Jota segue os protocolos definidos pelo Banco Central, com criptografia na transmissão de dados, APIs seguras com certificados ICP-Brasil e autenticação em múltiplas etapas. O dinheiro permanece custodiado na Celcoin, instituição supervisionada pelo BACEN, e o tratamento de dados respeita a LGPD e a Lei de Sigilo Bancário.
Como funciona o controle de consentimento dos dados?
O consentimento é eletrônico, específico e com prazo definido. Ao conectar bancos via Open Finance no Jota, você escolhe quais dados serão acessados e por quanto tempo. O acesso atual é de leitura de informações, e nenhuma instituição pode movimentar valores sem sua autorização direta. O consentimento pode ser revogado a qualquer momento.
O que muda em relação a usar vários aplicativos bancários?
Centralizar a consulta de dados e parte das operações no Jota reduz o número de senhas, interfaces e pontos de acesso a serem protegidos. Em vez de alternar entre diversos aplicativos, você utiliza um único canal, com senha própria para transações e monitoramento inteligente, o que diminui a superfície de exposição a riscos.
O que acontece se o celular ou o WhatsApp forem comprometidos?
Mesmo que alguém tenha acesso ao seu WhatsApp, as transações no Jota seguem bloqueadas sem a senha de 6 caracteres. Em caso de perda ou roubo do aparelho, você pode acionar o suporte para suspender temporariamente o acesso, além de seguir os procedimentos de bloqueio de chip e conta do próprio WhatsApp.
Conclusão: segurança e privacidade como base do futuro financeiro
A segurança e a privacidade no Open Finance já fazem parte da rotina de milhões de brasileiros. Cerca de um terço da população bancarizada compartilha dados nesse modelo, o que indica amadurecimento da infraestrutura e adesão crescente ao sistema.
Com o Jota, é possível usar essa estrutura regulada para simplificar e organizar a gestão financeira em um canal único, com camadas adicionais de controle, autenticação e monitoramento inteligente. Em 2026, a tendência é que esse modelo se torne ainda mais comum para quem busca eficiência sem abrir mão de proteção.
Abra sua conta e veja, na sua própria rotina, como o uso estruturado do Open Finance no Jota pode tornar a gestão de dinheiro mais segura e prática em 2026.


